6 fatores que podem atrapalhar o funcionamento do Wi-Fi
05/10/2020 18:03 em Tecnologia

O consumo de internet no Brasil cresceu notoriamente durante a quarentena. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a procura por planos de internet em território nacional aumentou entre 40% e 50%. Também houve um crescimento nas reclamações sobre qualidade, funcionamento e reparo das bandas largas fixas, que passaram de 8,7 mil para 15,7 mil queixas ao longo do período.

É importante ressaltar, no entanto, que a contratação de um plano de internet de alta velocidade não é garantia de melhor conexão. Isso porque vários fatores podem interferir na qualidade da conexão via Wi-Fi e do sinal de internet. “É fundamental observar alguns pontos, desde o roteador ideal para o seu pacote até o posicionamento do equipamento. Tudo isso acaba impactando diretamente na qualidade da conexão”, explica Marcello Liviero, Diretor de Nacional de Vendas da TP-Link no Brasil.

 

Abaixo, o especialista da TP-Link separou uma lista com seis fatores que impactam a qualidade das conexões de Wi-Fi. Confira!

 

1. Posição do roteador

O sinal Wi-Fi é uma onda de rádio que sofre mudanças em sua intensidade conforme a distância entre o roteador e os dispositivos conectados a ele. Quanto mais distante, menor a intensidade de sinal e menor a velocidade disponível.

“Além disso, quanto mais paredes estiverem entre o roteador e os aparelhos conectados, menor será a intensidade do sinal. Por isso, é importante que ele seja colocado em uma posição central da casa, como a sala de estar. Posicioná-lo em um local alto, evitando outras barreiras como móveis também é recomendado”, indica Marcello.

2. Proximidade com certos objetos

Certos aparelhos e objetos podem atrapalhar significativamente o desempenho dos roteadores. “Aquários, espelhos, telas LCD, telefones sem fio, equipamentos que emitem sinais de rádio, estruturas metálicas e paredes muito espessas podem causar interferências e prejudicar a instabilidade do sinal”, alerta o especialista da TP-Link.

3. Configurações de rede

Configurar corretamente o equipamento é a etapa essencial para manter a rede em um bom funcionamento. Além disso, é fundamental estabelecer parâmetros de segurança elevados, como senhas mais fortes. “Utilizar sequências seguras e verificar quais dispositivos estão conectados ao roteador são boas práticas que evitam acessos indesejados e sobrecarga da rede”, aponta Marcello.

4. Frequência

Alguns equipamentos utilizam apenas a frequência de 2.4 GHz. No caso de modelos dual band, que operam em duas frequências, é importante distribuir os dispositivos conectados para não sobrecarregar umas das faixas de transmissão e, assim, melhorar significativamente a qualidade da rede. Vale destacar que a faixa de 5.0 GHz suporta um número maior de dispositivos conectados e sofre menos interferência de outros equipamentos.

5. Software desatualizado

Assim como outros equipamentos, os roteadores recebem atualizações frequentes para otimização de seu funcionamento. O procedimento auxilia na melhora do desempenho do aparelho, além de aumentar sua vida útil.

6. Apostar em novas tecnologias de conexão

As tecnologias de conexão Wi-Fi evoluem constantemente, sendo comum surgir opções cada vez mais avançadas, rápidas ou que permite mais equipamentos conectados simultaneamente. “É importante se informar sobre as tecnologias disponíveis no mercado como AC e Mesh. Avaliar qual é a mais adequadas para seu perfil de consumo é o ideal, pois uma conexão móvel para um usuário residencial dificilmente vai atender às expectativas de um gamer ou de uma família com vários integrantes em casa”, reforça Marcello.

 

fonte - https://33giga.com.br

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